Na natureza, tudo que vive muda, adapta-se, transforma-se, não porque QUER, mas porque não há escolha. Sem essa evolução seu destino certo será a extinção. Você é produto dessa mesma natureza e, como tal, age sobre você, atua sobre você, a mesma pressão das mesmas forças invisíveis que, através de “mecanismos informativos” como insatisfação crônica e frustração aguda, lhe obrigam a adaptar-se ao mundo como um pedágio inescapável sem o pagamento do qual não lhe é possível fazer sua vida se quer “funcionar”, quanto mais valer a pena. Esse é o caminho, o curso normal e natural da evolução, uma receita lenta e dolorosa, com altíssima probabilidade de erros e, pior ainda, de repetição de erros.
Mas existe um outro caminho, um outro curso — o do “breakthrough” (revolução) — no qual você deliberadamente rompe com a “sintaxe normal”, com a “agenda linear” que a evolução programou para você e produz um salto superlativo (geométrico, exponencial) que precipita, que catapulta uma subida instantânea e vertiginosa em seu nível de consciência. A experiência desse salto (sentida repetidas vezes por todas as células de seu corpo) transmuta substantivo em verbo e conjuga, em todos os tempos e em “todas as pessoas que vivem em você”, todos os sinônimos plurais possíveis do vocábulo êxtase.